Ela estava
precisando se afastar por um tempo, então aproveitou a mudança de seus pais
para outra cidade, ela não queria se afastar das pessoas que amava,
principalmente dele. Não queria se afastar das amigas e ter que mudar de colégio,
mas o que estava sentindo era algo muito novo e assustador, ela nem sabia
exatamente se aquilo poderia ser considerado amor. Ela estava com medo, com
medo de perder de vez a amizade dele.
Com um tempo, ela achava que podia organizar as coisas, com a mudança ela seria forçada a tirar aquele sentimento novo de dentro dela e tudo seria como antes.
Com um tempo, ela achava que podia organizar as coisas, com a mudança ela seria forçada a tirar aquele sentimento novo de dentro dela e tudo seria como antes.
Sentada na rede da
sua nova casa, ela pensava o quanto foi estúpida por não ter se despedido dele,
por não dar pelo menos um abraço. Ela não dava sinal de vida, era como se sua
antiga vida não tivesse existido, como se ela tivesse apagado o passado; pelo
menos era isso que ela pretendia fazer, mas não sabia se estava dando muito
certo. Os sentimentos dentro dela não mudaram muito, ela até deixou de usar
suas redes sociais, mudou de número e nem disse pra ele onde estava morando. Aquilo
partia o coração dela; ele era o seu melhor amigo e o que ela estava fazendo
não tinha perdão, se mudar assim, sem dizer nada, nem um porquê, nem um tchau
para aquele que já parecia da família, de tão próximos que eram. Seus pais achavam
estranha toda essa reação e porque ela não tinha dito onde ficava sua nova
casa, mas respeitavam a sua vontade sem fazer muitas perguntas.
Ainda na rede, ela
tentava lembrar quando começou a sentir algo diferente por ele, foi muito de
repente, claro que não tinha uma data específica. Ela passou a querer estar
perto dele 24 horas por dia, sentia ciúmes dele com suas outras amigas,
qualquer coisa a fazia lembrar-se dele. Gestos, mensagens, fotos, textos,
novelas e séries, qualquer casal na esquina de casa. Ela percebeu que quando
ele estava próximo, não era mais como antes, ela ficava nervosa e com vontade
de explicar o que sentia, ao mesmo tempo queria abraçá-lo sem explicar nada, ou
surpreendê-lo com um beijo, ela queria perguntar pro seu melhor amigo se era
normal o que ela vinha sentindo, queria interrogá-lo perguntando se ele também
sentia o mesmo. Mas ela percebia que ele ainda a tratava normalmente, como
amiga, como sempre foi, como ela costumava gostar de ser pra ele, as coisas
estavam fugindo do controle, ela estava confusa e não podia compartilhar isso
com o próprio melhor amigo, e no fundo, ela tinha medo que fosse um engano, que
ela só estivesse exagerando e criando um amor diferente entre eles, algo que
não existia. Não sabia se era carência, ou um primeiro amor bobo que logo passaria,
que não valeria a pena investir, contar e ele se afastar, assim ela estaria arriscando
perder uma amizade tão intensa, e isso às vezes era mais forte do que ela podia
imaginar. Ela não sabia o quão racional poderia ser, não sabia que poderia
lutar contra um sentimento tão declarante.
Ela ainda o tinha por
perto, mesmo como amigo, que era o normal. Mas com um tempo as coisas foram
mudando, ele contou que estava gostando de uma amiga sua, perguntou se tinha o
apoio dela e se ela podia ajudá-lo a conquistá-la, já que elas eram tão
próximas. Aquilo fez com que ela desabasse por dentro. Na frente dele, ela
sorriu e disse que estava surpresa e perguntou por que ele não havia dito
antes, ele respondeu que era algo novo que ele vinha sentindo, ela pouco se
importou, por dentro se sentia traída, mesmo sabendo que não havia traição
alguma, que ele apenas estava contando pra sua melhor amiga que tinha se
apaixonado, esse é o natural, como ele adivinharia que estava a magoando? Ele
não poderia saber, ela tentava esconder o amor por ele até de si mesma.
Foi aí que as
coisas mudaram totalmente de rumo, ficar ao lado dele como amiga enquanto
descobria o seu amor, parecia menos difícil, mas saber que ele gostava de outra
enquanto ela se descobria apaixonada, era muito complicado, praticamente
insuportável. Ela não sabia o que fazer, disse a ele que tentaria ajudá-lo,
mentindo e forçando um sorriso. Não sabia ele o quanto ela precisava de ajuda
naquele momento, da ajuda dele mais especificamente. Ela se sentia quente por
dentro, a ponto de desabar em lágrimas bem ali, na sua frente, disse que
precisava urgentemente chegar em casa e que depois falava melhor com ele, foi
se virando e andando em direção a sua casa, já chorando desesperadamente, ela já
conseguia sentir falta dele, ela o queria lhe acalmando, como sempre foi, mas
ele sendo o motivo das lágrimas era impossível. Ela queria segurar as mãos dele
e dizer o quanto se encontrava apaixonada, dizer pra ele que sentia vontade de
beijá-lo e como gostaria de ser sua namorada, e que odiava a idéia dele estar
apaixonado pela sua amiga.
Enquanto lembrava,
ainda deitada na rede, ela chorava. Sentia tanto a sua falta que não conseguia
explicar se aquilo era normal, comia mal e odiava a nova escola, na verdade ela
odiava toda a revira-volta que tinha acontecido nos últimos três meses. Como
ela conseguiu ficar três meses sem falar com ele? Sem saber se ele estava bem e
se estava com alguém... Ela ficava curiosa pra saber o que ele estava pensando
dela, se ele um dia a perdoaria, afinal de contas, ela não queria que aquilo
fosse pra sempre, sentia mais que tudo a falta da amizade dele, mas tinha medo
de entrar em contato. E com sua ausência repentina, sem notícias e sem
explicações, ela já não sabia se seria a mesma coisa. Ela tava começando a
ficar sem esperanças sobre conseguir tirá-lo do seu coração, parecia
impossível, havia se passado três meses e nem um pouco do sentimento tinha se
afastado, ela só conseguia se torturar, gostar ainda mais, chegava a doer toda
a saudade que sentia dele, de tocá-lo, abraçá-lo, isso sim era realmente
insuportável. Ela tentou odiá-lo com todas as suas forças, mas nem motivo pra
isso ela tinha. Ela estava começando a se arrepender de tudo, de não ter
contado, de ter mudado de número e não ter se explicado. Arrependia-se de não
ter pelo menos se despedido, um simples abraço que fosse. Ela se arrependia
profundamente de ter dito por que não queria ajudá-lo com a sua amiga, ela nem
sequer tentou conquistá-lo, ela se sentia estúpida, mas agora parecia tarde
demais. Ela sonhava com ele no mínimo uma vez por semana, não tinha novos
amigos na cidade, seus pais estavam preocupados.
Revirando suas
lembranças e sofrendo com seus sentimentos, ela pegou o seu celular e ficou
observando uma foto antiga deles dois, passou pela cabeça a idéia de ligá-lo e
dizer o quanto sente falta dele, mas não era tão corajosa quanto pensava. Foi
no menu de configurações e colocou o número em privado, em seguida discou o
número dele, desejando que ainda fosse o mesmo e planejou esperar chamar três
vezes, caso ninguém atendesse, desligaria. Surpresa, na primeira chamada ele
atendeu, ela ficou calada enquanto ele dizia “alô”, ela permanecia calada
enquanto ele perguntava quem era, do outro lado da linha ele se calou como quem
tivesse pensando em quem poderia ser e perguntou: “Sarah? É você?”. No mesmo
instante ela desligou o telefone e começou a chorar, chorava desesperadamente,
se sentindo egoísta, culpada e fraca. Depois de muito tempo chorando, já com o
rosto inchado, ela adormeceu na rede.
Depois da ligação,
ela ficou de cama por uns dias, sem comer direito, dores de cabeça e fraca pra
ir ao colégio, seus pais estavam sem saber o que fazer; ela não contava nada,
mas no fundo eles sabiam que ela sentia falta da antiga vida. Eles percebiam o
quanto ela era grudada com o amigo e que ela não ter dado sinal de vida era
muito estranho, isso os deixavam ainda mais preocupados.
A mãe de Sarah não
era de mexer em suas coisas, nem de interrogá-la sobre o que acontecia em sua
vida, Sarah doente deixava ela sem opções, não queria fazê-la se sentir pior
com uma conversa que provavelmente ela não gostaria de ter e não lhe daria
respostas. Foi então que ela resolver ligar para Cláudio, o melhor amigo da
filha. Ela não fazia idéia do que estava fazendo, mas com uma intuição de mãe,
parecia o melhor a se fazer.
Arriscando a
confiança da filha, ela telefonou para Cláudio, perguntou se ele podia vim ver
Sarah, disse que ela estava doente e que não saberia de sua visita, seria uma
surpresa. A mãe deu o endereço a Cláudio e rezou para que tudo desse certo. No
dia seguinte, Sarah ainda não parecia muito bem, por não estar se alimentando
direito, ainda estava bastante fraca e continuava deitava em seu quarto. Na
sala, sua mãe esperava agoniada por Cláudio, ele já estava a caminho. Ambos não
sabiam o que aconteceria, mas Cláudio estava disposto a arriscar.
A campainha tocou,
a mãe de Sarah abriu a porta e cumprimentou Cláudio, perguntou se tinha
problema ela ir ao mercadinho comprar umas verduras enquanto eles conversavam,
Cláudio entendeu a aflição que ela estava e disse que não havia problemas. Ele
entrou e a mãe de Sarah já saindo, disse:
- Querido, ela está no quarto, vá até lá.
- Obrigado, não se preocupe, vamos ficar
bem. –Cláudio respondeu.
Cláudio passou pela
sala, indo em direção ao corredor, tentando deduzir qual das portas seria o
quarto de Sarah, foi quando ele a ouviu perguntando:
- Mãe? Quem tá aí? O papai já voltou?
Seguiu sua voz e
deu duas batidinhas na porta avisando que estava entrando.
Sarah tomou um
susto ao vê-lo entrando no seu quarto, passaram mil coisas pela sua cabeça. “Como ele estava na minha casa? Ele nem
sabia onde ficava. Quem diria a ele? Isso é um sonho? Ou estou ficando louca de
vez?” Sentiu uma pontada forte na cabeça pelo susto que tomou e falou meio
gaguejando:
- Cláudio? O que você... ? Não, mas por que
você... como assim? Que foi? Por que você tá aqui?
Ele sorriu meio de lado e falou de cabeça
baixa:
- Não me mande embora agora, ok? Você deve
estar com ódio de mim, pra ter sumido desse jeito, eu pirei sem você comigo,
sem me mandar notícias. Enfim, não quero refletir minha raiva em você, não
agora que você está doente. Só vim porque sua mãe disse que você não tava bem e
ela não sabia o que fazer, ela estava muito preocupada, não a culpe. Queria vim
por você, pelo que a gente tinha, porque ainda me preocupo contigo, Sarah, e
não queria admitir que sinto falta de ser seu amigo, não agora. Mas acho que
vim mais pela sua mãe, eu estava com medo do que encontraria, uma “ex-melhor amiga”
com sete pedras na mão? Não sei. Por que você sumiu assim? Eu não entendo. Não
sei se deveria estar aqui, não sei o que você tá pensando agora, eu não sei de
nada. Você tinha idéia de que eu poderia estar sentindo sua falta? Eu costumava
te ver todos os dias, Sarah, e de repente você some e diz pra todos que você mantém
contato não me dizer onde você está morando. O que eu posso pensar? Que você me
odeia, nem sei o que fiz. Se for pela Cecília, esquece isso, eu pensei que
gostava dela, mas não imaginei que você teria um surto de amizade desse jeito,
por três meses eu tentei adivinhar o que foi isso e ainda não cheguei a uma
conclusão concreta. Pensou que eu iria te deixar de lado? Por causa da Cecília?
Foi isso? Por que eu não entendo, não sei o que aconteceu nesses últimos três
meses com a gente. Sei que estou falando muito, me desculpa, você tá doente,
mas é que foram dias pensando e me perguntando por que você não queria me ver e
porque você se afastou desse jeito de mim. Explica pra mim, o que foi isso
tudo? Por favor, eu juro que depois de uma resposta, eu vou embora.
Sarah já estava
chorando e entre um dos suspiros, ela conseguiu falar uma única coisa:
- Cláudio, me desculpa. –Ela continuou
chorando e ele sentou do lado da sua cama e a abraçou.
Ele tentou
acalmá-la, mas ainda não fazia idéia do que tava acontecendo, então Sarah parou
de chorar e falou:
- Eu não estou com raiva de você, muito
menos com ódio. Se você me perguntar exatamente o que foi que eu fiz, não saberia
te explicar direito, só sei que fui idiota todo esse tempo que me mantive longe
de você. Eu estou arrumando coragem pra te dizer o que eu já deveria ter dito há
muito tempo. Eu acho que tiver um surto sim, mas não de amizade. Eu estava com
medo de te perder, eu estava com medo de tudo. Nós somos amigos há tanto tempo,
sempre conversamos sobre tudo, mas eu acho que ainda não estava preparada pra
te falar certas coisas. Acho que você precisava me procurar, pra que eu tomasse
coragem, eu precisava ter certeza do que eu tava sentindo, ou melhor, do que eu
ainda sinto.
Cláudio interrompeu
Sarah:
- Mas Sarah, você nunca iria me perder,
somo amigos há anos, nunca tivemos segredos.
Ela continuou:
- Eu sei, eu sei de tudo isso, mas o meu
medo de te perder é diferente. Eu queria te falar isso no telefone outro dia,
mas não tive coragem, imaginei que com toda minha idiotice, sem te explicar
nada, você me odiaria e não me entenderia.
Ele disse:
- Eu tinha certeza que era você no
telefone, eu quis tanto te encontrar, queria saber o que estava acontecendo, te
abraçar de novo, você é minha melhor amiga.
Ela interrompeu Cláudio e disse sem mais
nem menos:
- Eu te amo.
Ele olhou surpreso
e ficou sem palavras. Sarah continuou com medo da próxima fala de Cláudio:
- Eu quis te dizer isso várias vezes, mas
nunca tinha coragem, já faz um tempo, mas você sempre me viu como amiga, então
eu tinha medo que você se afastasse de mim, então preferia você do meu lado como
meu melhor amigo do que como nada. Não queria que as coisas ficassem estranhas
entre a gente, no final eu piorei tudo, eu sei. Mas eu não sabia como lidar com
esse sentimento, eu te amo como eu nunca imaginei amar alguém, e hoje eu tenho
certeza do que sinto, por isso estou te dizendo. Não sei explicar bem porque eu
me afastei assim, foi mesmo idiotice, mas eu tava com medo, você disse que
gostava da Cecília, foi mais um motivo pra nunca te contar nada. Eu me afastei
pra ver se isso passava, se eu podia voltar a ser só tua amiga novamente, como
nos bons tempos. Então, resumindo, é isso, eu te amo.
A expressão de
Cláudio era estranha pra Sarah, ela não conseguia dizer se ele só estava
surpreso, ou também furioso. Se ele tava achando tudo aquilo uma loucura e que
não fazia sentindo algum. Sarah estava enlouquecendo naqueles 30 segundos de
silêncio, ela queria uma resposta, mas estava aflita, com medo do que estava
por vir. Foi então que Cláudio começou a sorrir.
- O que é que você tá me dizendo?
-Continuava rindo- Você está apaixonada por mim? Foi por isso que você ficou
longe de todo esse tempo? –Cláudio disse.
- Não ria de mim, seu idiota. Eu gosto de
você, se você não entende o que eu sinto, se você não sabe o que é amor, não
fale nada e saia, não fique rindo de mim assim, faz com que eu me sinta uma
idiota. –Sarah falou.
- Mas você é uma idiota. –Disse Cláudio.
- É o quê? -Ela perguntou furiosa.
- Você é uma idiota, sabe por quê? Porque
você esperou mais de três meses pra me contar isso, mas sem querer você foi uma
idiota inteligente. E também a mais linda com essa cara de quem vai me matar.
Sabe por que a mais inteligente? Porque eu que sou burro, tive que esperar você
se afastar, para perceber que eu estava ficando louco sem você, perceber que eu
também te amo. De início, senti falta da sua amizade, você comigo todos os
dias, mas depois eu sentia falta de te tocar, de te abraçar, então eu percebi
que estava diferente. Você é minha melhor amiga sim, mas eu queria mais. Eu te
desejei comigo, sabia que não era só amizade. Quando sua mãe me ligou, eu ainda
estava nervoso e em dúvida se vinha, mas era minha única chance de dizer que te
amo, mesmo sem saber se você estava com ódio de mim, enfim, sem saber de nada.
Quando chego aqui, você também me ama. Por isso eu ri, não estava debochando,
só fiquei feliz por você sentir o mesmo que eu, eu ainda não acredito, parece
mentira. Mas você continua sendo idiota, por esperar tanto tempo. Eu só
precisava do seu endereço ou do seu número pra te falar o que estava sentindo.
–Cláudio falou.
Ela estava sentindo
tudo ao mesmo tempo, alívio, amor, paixão, saudade e uma vontade louca de
beijá-lo. Depois da breve explicação de Cláudio, ela falou:
- Você me deixou doente.
Os dois riram
juntos e Cláudio falou:
- Desculpe por isso, mas você quase me
matou de saudade. Agora eu estou aqui e vou cuidar de você. Sarah, eu também te
amo de um jeito que eu nunca pensei amar alguém, deixa eu cuidar de você e te
dar todo o meu amor? Tenho tanta coisa pra te falar.
- Eu não poderia querer outra coisa. –Ela
respondeu com um sorriso no rosto, entregando sua felicidade.
Cláudio sentou ao
lado dela, aproximou o corpo de Sarah no dele, olhou nos seus olhos e disse que
a amava. Deu um beijo na sua testa, como costumava fazer quando eram apenas amigos,
arrastou o beijo da testa até sua boca e finalmente selaram um beijo de amor,
com muita paixão e desejo. Depois que pararam de se beijar, Cláudio perguntou:
- Quer ser minha namorada?
- Claro que sim, eu te amo. –Sarah
respondeu.
- Eu também te amo, minha linda. –Cláudio
disse.
...
Cássia Rodrigues

lindoooooooooooooooooooooooooooooo, ameiiiiiiiii"*---------*
ResponderExcluirOuuuuuuuuuuuuuun linda *-* obrigada :$
ResponderExcluirmuito lindo, já te falei =')
ResponderExcluir*-*
Excluirperfeito 0 conto quero mais....foi uasdas historias q mais gostei.
ResponderExcluirLIIIIIIINDO DEMAIS *-*! chega chorei , serio mesmo ..
ResponderExcluirPoxa! Nunca mais tive tempo pra fazer contos, gosto tanto quando vocês gostam *-* Obrigada gente!
ResponderExcluir